terça-feira, fevereiro 2

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Para que fique registrado... e que talvez nem seja lembrado.
Às vezes escrever, outras somente ler. Ou apenas escutar. Ouvir.
Torna-se uma urgência, uma necessidade. Um fato novo. O cotidiano.
A expressão é livre e tem asas do tamanho da imaginação.



"Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.
Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante."



Clarice Lispector