sábado, fevereiro 5

=)


Foto: eu no Pratinha :)


Renovação.
Assim podemos reunir em um só termo as sensações que emergem quando imergimos.
O novo ambiente parece mergulhar no nosso interior e trazer de novo o que pareceu estar dormindo. Esquecido. Ou quem sabe, nunca conhecido.
Para que a sensação torne-se real, é necessário elevar os bons pensamentos.
Muitos se perguntaram como a coragem chegou a mim. Coragem de imergir no desconhecido, no que não é seu.

"Você não tem vontade de se reinventar?"

=)

quinta-feira, fevereiro 3

Não é para todos!



Deveria começar este post com uma campanha: Poupem Lore Vieira. \o/

Após algumas experiências desagradáveis, e que causaram-me tamanho aborrecimento, venho, através deste espaço, clamar por meu esquecimento.
É isso... me esqueçam! =)
Há algum tempo percebo o quão difícil é relacionar-se. Não me refiro a um romance ou qualquer envolvimento e sim, a relação superficial. Por diversas vezes, coincidentemente, uma atrás da outra, vivi momentos que fariam com que "qualquer Sr. Paciência" fizesse valer por perder este título. E em todos os casos constatados, analisei minhas ações e reações, chegando a um simples resultado: a educação é coisa rara, é tesouro, é riqueza, mas que não deve ser guardada a sete chaves.
Por lidar diretamente com pessoas, seja no meu trabalho atual ou na escolha profissional que fiz para o futuro, percebo atentamente como a educação não é fruto obrigatório de pessoas bem sucedidas, estudadas ou que ostentam bens materiais. A falta da educação vem, por muitas vezes, pelo egoísmo, ou seja, por não se interessar se o outro vai se sentir mal ou por que, definitivamente, não precisa destas pessoas. E isso não agrega-se necessariamente à falta de recursos.
Deparar com grosseria ou algo parecido ao comportamento de um animal é bem do meu cotidiano. As pessoas estão preparadas para falar e não para escutar.
Você se sente melhor desabafando? Não, não sou sua melhor amiga, não sou obrigada a escutar suas grosserias;

Você quer desabar em cima dos outros seus problemas pessoais?  Não sou sua analista, psicóloga, saco de pancada ou afins;

Quem se sentir a vontade de me acompanhar na campanha, junte-se... e a quem tocou uma pequena frase ou dizer meu, que ouse em me chatear novamente...

Poupem as pessoas bem relacionadas! ^^

quinta-feira, julho 22

Raiz



Fica a ideia tão restrita quando tento colocar em palavras o que por muitas vezes acontece comigo.
As lembranças são fortes. Bem aquele exemplo de sangue, de família, de origem.
O vento toca-me diferente, a visão romanticamente enxerga o passado e o presente simultaneamente no mesmo lugar. Que delícia é essa sensação.
O Sol emite raios mais brilhantes, certeza. Vejo-me com 7 anos, depois com 13, 16, 18 visitando esse mesmo lugar. Pulando, correndo com os primos, deitando com a avó e logo andando com a amiga ao lado.
Várias meninas e uma só pessoa. 
Desculpe-me, não era a mesma pessoa. Era e não era. Era o mesmo ser, a mesma essência, mas não a mesma forma de pensar e agir. 
Mas de sentir continuava como antes.
Não posso deixar de vir aqui. Fica um vazio detestável e incessantemente chato.
Não terei feito absolutamente nada se não por os pés lá.
Começo a entender a ligação afetiva fora do contexto social.
Pode-se amar, admirar e sentir falta de um espaço, não só de pessoas.
Já sabia disso, claro, mas acreditava em intensidades completamente diferentes.
E agora percebo que ambas podem ser pesadas e obter o mesmo resultado.
Um outro pedaço meu ficou ali.
E não quero que volte pra mim. Quero que faça parte de mim e fique longe, me esperando, para que eu tenha sempre a chance, a desculpa e a esperança de voltar lá.

Aí então ficarei completa. ;D


Constatação e descoberta.



Há muito tempo trago em minha mente nada quieta uma palavra chave que, sinceramente, parece-me ser a resposta para muitas coisas e soluções para tantas outras.
Sentido amplo, ideia clara e peito aberto.
Sim, é preciso estar de peito aberto.
Tolerância.
Para as mínimas coisas, as mais insensatas que tiram qualquer ser humano do seu equilíbrio.
Porque não esperar? Dar uma chance? Compreender? 
São todas ações nascidas da tolerância.
Ser paciente. Ter mais calma.
Não é um pedido impossível. É uma opção mais estudada. Porque analisa-se o outro que insere tal ação.
Colocar-se no lugar desse tal outro.
Tentar sentir o que sente, ver com os olhos dele, exergar seu contexto.
Não existe uma receita a ser seguida.
Não há um segredo escondido para conseguir tal proeza.
Se disser que é difícil e que não irá conseguir, vou dizer-lhe que faltou vontade.
Se afirmar que estou delirando, pois não há como funcionar desta maneira, direi-lhe que procure o caminho mais curto. E não me procure mais.
Ou então desejarei, do fundo dos meus pensamentos, que aconteça algo que o faça mudar.
Não quero o seu mal, nem digo que será o bem, propriamente dito, que acontecerá.
Falarei que quando passar por essa situação, entenderá melhor que qualquer palavra aqui escrita. 
Como eu entendi quando me foi passado.
Como tive de pedir muitas vezes para não estar mais aqui. Evaporar ou quem sabe morrer.
Então verá que o processo de acolhimento da tolerância é dolorido. 
É, devo admitir que foi difícil. Mas não poderia ter lhe dito na décima oitava frase.
Você teria desistido.
Ver pelos olhos do próximo é realmente difícil. 
Mas acredito que seja por falta de costume. Prefiro assim acreditar.
Não somos moldados a dar espaço para a tolerância. 
Mas seremos recompensados pela atenção a ela dada.


O mais forte.

Se acreditarmos num destino específico para cada ser, creio já ter a resposta do meu.
Não foi tão difícil. Talvez por desistir de tentar me entender. 'Que tal partir para outro exemplo?'
Um filho.
Uma parte de nós. Não é a cópia, não é uma miniatura de sentimentos condensados. Seria subjugar este novo ser.
É a sequência. Ou melhor dizendo, é O complemento.
Não segue, não traduz o que eu quero. É o sonho personalizado, com cheirinho e movimentos próprios.
Ele vai ser o que tenho de mais puro...

Formou-se em mim. Surgiu de um desejo psicológico misturado ao carnal. Dupla vontade. Prazer em dobro.
Sempre te amei.
Carrego esta sensação cada vez mais forte ... que o tenho já aqui comigo.
Que espera só a hora da sua apresentação ao mundo externo.
Internamente já se encontra aqui.
Eu vou revê-lo. Reapertá-lo.
Admirar de novo, chorar de novo, agradecer de novo.
E ter a chance de poder viver o melhor que já recebi.
Certeza que é reviver. É reencontro.

Espero por este momento.




sexta-feira, junho 11

Mesmo caminhar

  'A nossa liberdade é o que nos prende'




Porque eu não esperava ser retomada aos sentimentos mais simples e muitas vezes nocivos mais uma vez. ;D
Pelo menos não agora.
Nocivos?
Concordo em partes, também.
Às vezes gosto de ser egoísta. Cuidar de mim, olhar aqui pra dentro. Sem muitas preocupações.
Deixarei de pensar num só eu. Pensarei no seu também. Junto ou separado de mim (espero estar o mais próximo possível).
Tomarei decisões com o conjunto cabeça-coração e tirarei qualquer ideia individual dos planos. (sabe-se que prevalecerá o coração, é fato!)
Dividirei meus pensamentos contigo; meus sonhos terão sua participação. E será o protagonista, nada de pequenas aparições.
Meu telefone só terá funcionalidade real se prometer retornar. 
Mudarei alguns outros trajetos só para acompanhar você. Ou para não mais caminhar sozinha.
Sentirei cada momento de solidão ampliado dez mil vezes. É a tal da saudade, pensarei.

Uma pequena pausa.
Porque me refiro ao futuro?
É o real, o agora.

A nossa liberdade nos prendeu totalmente. 

Quer saber?

Desejarei que assim sempre seja. No presente; meu presente.

O futuro; para nos renovar. ;)

quinta-feira, abril 29

Conselho

Dizem que se conselho fosse bom, não era dado, seria vendido.

Discordo.


Levando em conta os que dei, acho que existe algo errado nesse pensamento.
Obviamente que não desperdiçaria com quem não saberia absorvê-los.
Nem obrigo-mando-influencio em quem não os segue.
Só abrir a boca realmente pra quem valoriza as palavras.